Preparar a entrada no mercado de trabalho antes de terminar os estudos

Preparar a entrada no mercado de trabalho

Por em Começo


A entrada no mercado de trabalho é sonho de qualquer jovem estudante, mas com o aproximar do final do curso o futuro permanece uma incógnita.

Portugal tem uma cultura educativa muito pouco visionária e pouco planeada para o futuro dos seus alunos. A falta de organização na abertura de vagas no ensino superior é um bom exemplo da má gestão educativa da nossa governação nas últimas décadas. Talvez isso explique um pouco o aumento gradual do desemprego jovem, que apesar de não ser o único fator não deixa de alarmar quem está prestes a entrar no mercado de trabalho.

Aqueles que pretendem seguir para o Ensino Superior têm hoje uma decisão extremamente complicada e decisiva para o futuro da sua vida profissional. Tentar vislumbrar uma área que no futuro próximo possa crescer e ter saída profissional em Portugal não é tarefa fácil, sobrando apenas duas alternativas, ou emigram ou ficam no desemprego.

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Sabemos que as vagas de ano para ano irão sofrer cortes e que cada vez será mais difícil entrar no ensino superior (apesar do governo querer agora diminuir a importância dos exames nacionais), por isso é fundamental um pré-aconselhamento com os familiares e a escola secundária.

Além das suas aptidões e gostos pessoais convém fazer uma pesquisa sobre as tendências do mercado laboral nas áreas de interesse, e verificar como se encontra o mercado de oferta de emprego cá e no estrangeiro. Sabemos que é difícil adivinhar o que irá acontecer no futuro, no entanto existem áreas profissionais que oferecem melhores garantias e outras que não têm qualquer saída – evite estas últimas se puder.

Se estiver a meio de um curso superior já não há grande coisa a fazer, mas mesmo assim existe sempre algo que poderá ser feito no sentido de planear a entrada no mercado de trabalho.

As Universidades têm a sua própria bolsa de emprego onde recebem ofertas de empresas locais. Registe-se nela para receber informações sobre as vagas que vão surgindo e também para ficar atento às empresas que mais pessoas procuram dentro da sua área profissional.

Outra dica idêntica será registar-se nos alertas de emprego de web sites generalistas como o nosso, e tentar perceber quais as empresas que recrutam mais na sua área, que condições oferecem, se procuram estagiários, onde ficam e o que procuram.

Quando estiver a terminar o seu curso, prepare o terreno com as empresas que considera mais aliciantes para si mediante a pesquisa que fez durante o curso, e questione-as sobre a possibilidade de efetuar um estágio de final de curso. Perguntar não ofende, e quem sabe se o seu planeamento não trará frutos logo após a conclusão do curso.

Se por outro lado a sua opção for a de não prosseguir estudos e terminar o 12º ano ou equivalente, deverá ter uma ideia clara do que quer fazer em termos profissionais para começar a preparar a sua entrada no mercado de trabalho.

No ensino público não existe tanto a vertente de preparação para começar a trabalhar como acontece nas escolas profissionais, daí que o aluno tenha que decidir o que pretende fazer ao nível profissional com alguma antecedência, e começar a sondar o mercado laboral para saber quais as áreas onde poderá entrar com mais facilidade.

Tendo o 12º ano poderá ser mais fácil conseguir um emprego, normalmente os salários são mais baixos relativamente aos candidatos com ensino superior, e no caso de ter um curso profissional específico já leva consigo alguma bagagem prática que pode ser decisiva face a outros candidatos vindos do ensino público.

Se decidir terminar o 12º ano no ensino público numa área generalista, considere a opção de frequentar um curso de especialização tecnológica numa área que goste e que pretenda seguir.

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