Programas de Apoio ao Emprego

Centro de Emprego

Por em Desemprego


Portugal como outros países da Comunidade Europeia em maiores dificuldades, recebem fundos europeus para incentivar o crescimento económico e combater o desemprego. Uma parte desse dinheiro é aplicado em programas de apoio ao emprego, tanto to lado das empresas como do lado dos desempregados.

Desde que a crise de 2008 se instalou no nosso país, o governo tem tentado também modificar e corrigir algumas situações no IEFP, tais como:

  • Encerramento do Programa Novas Oportunidades;
  • Atribuição de um Gestor de Carreira a cada desempregado inscrito nos Centros de Emprego;
  • Maior cooperação do IEFP com entidades privadas;
  • Novos programas;
  • Eventos de sensibilização para o problema do desemprego e formas de o ultrapassar, como é o caso da Volta de Apoio ao Emprego.

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Em que consistem os programas de apoio?

Por um lado visam ajudar as empresas a reduzir custos com pessoal durante um certo período de tempo, podendo investir o dinheiro poupado na sua modernização e desenvolvimento. Por outro lado garantem emprego a desempregados, dentro de um leque alargado de condições.

Que tipo de apoios existem?

  • Contratação de novos desempregados;
  • Contratação com vista à Inserção;
  • Contratação para pessoas com deficiência;
  • Estágios;
  • Empreendedorismo;
  • Apoios sectoriais, regionais e outros.

O que é necessário para beneficiar destes programas?

Primeiro que tudo é indispensável estar inscrito no Centro de Emprego da sua zona de residência, depois será necessário cumprir as condições impostas por cada programa individualmente. Para isso poderá consultar o seu Gestor de Carreira, ou contactar o IEFP pelo número 808 200 670 das 8h às 20h (Dias úteis apenas).

Novos fundos europeus novos programas de apoio

Em 2014 o Governo Português e a Comissão Europeia chegaram a um entendimento sobre novas ajudas a Portugal e quais as principais prioridades do país. A nova remessa de fundos europeus tem como principal objetivo fazer crescer a economia, melhorar a formação dos cidadãos e amenizar o desemprego. Este acordo durará até 2020 e o Ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social já fez saber que esse dinheiro será rigorosamente aplicado e tentar-se-á evitar os erros do passado.

Estes fundos irão certamente reforçar as medidas já existente através do seu prolongamento no tempo, e esperamos que também possam abranger mais cidadãos num futuro próximo, principalmente aqueles que têm mais de 30 anos de idade.

Mesmo sem as ajudas da União Europeia durante o programa de assistência financeira a Portugal, foram criados alguns programas de apoio através de dinheiros do orçamento de estado, que apesar de mostrarem alguns resultados agora podem estar apenas a estancar temporariamente o problema de fundo.

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