Presidente da Cáritas Portuguesa: As pessoas não se sentem produtivas

Presidente da Cáritas Portuguesa

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O Presidente da Cáritas Portuguesa sublinha o facto de as pessoas não se sentirem produtivas como razão principal para justificar o comentário do Papa de que a economia mata.

“Matar, pelo menos, socialmente” disse Eugénio Fonseca. Sublinhou ainda que a economia foi feita para criar felicidade e não desigualdade social, como o que pode ser observado em Portugal.

Além de destacar a questão, “produzir para quem mais se não para as próprias pessoas?”, o Presidente falou sobre o facto de qual a razão de trabalhar durante tanto tempo, para no fim não aproveitar a reforma, devido à idade ou outros males que o tempo pode trazer.

Assume que nenhum estado social, por mais sustentável que seja pode suportar até aos 66 anos alguém que se encontra desempregado desde os 45.

Terminou a salientar a defesa do conceito de “bem comum”, afirmando-o como a sua batalha e defendeu um compromisso entre os partidos, para que questões essenciais como o desemprego possam ser discutidas.

Fonte: JN

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