Um em cada cinco chefes pode ser psicopata, refere estudo efectuado

psicopata

Por em Direção e Patrões


Este estudo diz que a percentagem de 21%, foi a encontrada entre pessoas com altos cargos de chefia e que podem ter um “impacto tóxico” junto dos trabalhadores.

Quando se desabafa que o “chefe é louco”, provavelmente estaremos muito perto da verdade.

Normalmente a palavra psicopata está associada a actos de criminalidade, mas o “psicopata bem-sucedido”, que é um indivíduo bem integrado na sociedade, nas relações interpessoais e com tratamento afetivo, mas com uma baixa tendência para o crime.

Foi a partir da crise, em 2008, que os especialistas começaram a analisar o psicopata no mundo dos negócios e se depararam com várias surpresas, pois não é só nas prisões que eles se encontram.

Para os podermos detetar há que ver os traços da sua personalidade: a capacidade de ser encantador quando convém e a superficialidade, são egocêntricos, têm falta de sinceridade, empatia e remorso.

Mas há mais, gostam de dominar as outras pessoas, não têm boas maneiras, não têm consciência e só lhes importa os seus próprios interesses, são crúeis e insensíveis.

Além disto, podem cometer actos e atitudes pouco éticas e até mesmo ilegais e ter um impacto venenoso sobre os trabalhadores.
Embora este estudo, ainda não tenha sido publicado, foi apresentado no centro de congressos de Melbourne, na Austrália, foi apurado, em 261 executivo de topo, que um em cada cinco são psicopatas e que estão presente em altos cargos de empresas.

Esperam, com a conclusão deste estudo, se consiga fazer algum tipo de teste, para poder identificar possíveis psicopatas no processo de selecção para um emprego e desta maneira evitar que certas pessoas ocupem posições que possam prejudicar os negócios.

 

 

Fonte: Observador

 

 

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