Há mais postos de trabalho, mas são mais precários e a prazo

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Por em Notícias


No 2º trimestre do ano, a taxa de desemprego desceu para os 10,8% e a criação de emprego subiu 0,5%, relativamente ao mesmo período em 2015.

Apesar destas taxas, a verdade é que mais de metade do emprego que foi criado, é precário e a prazo.

Notando-se uma melhoria generalizada no mercado de trabalho com a taxa de desemprego com mínimos de há mais de cinco anos, mais emprego criado há 11 trimestres consecutivos, menos desemprego jovem e transversal a todo o território, mesmo assim os empregos criados não são os mais estáveis e seguros.

O subemprego a tempo parcial, assim chamado, por as pessoas trabalharem menos de quatro horas por dia mas queriam trabalhar mais, também desceu 7%.

Também se assinalam descidas das taxas no desemprego jovem, de 29,8% no 2º trimestre de 2015, contra os 26,9% deste ano. O desemprego de longa duração também baixou de 7,6% para 6,9%.

As percentagens também baixaram no grupo de pessoas à procura de novo emprego, nos sectores da indústria, energia, água e serviços, e também nas pessoas que procuram emprego há 12 meses ou mais.

Comparando as regiões de Portugal – o Alentejo é a única região onde a taxa de desemprego subiu uma décima e as restantes registaram descidas. A taxa mais baixa registada foi na região do Algarve.

Apesar de estes dados serem bons e animadores, o Governo assume que há problemas para resolver e ainda muito a fazer nesta área, apesar de se sentir uma recuperação económica, contribuindo para isso uma criação liquida de emprego.

 

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