A partir de hoje a Vueling e a Ryanair vão abrir 700 candidaturas

Avião

Por em Notícias


Estas duas companhias low-cost vão abrir estas vagas para pessoal de bordo.

Mas estas vagas têm outras implicações em termos de custos. Um lugar na formação, a própria formação e o alojamento podem ter que ser pagos à própria custa.

Na Ryanair não se paga pela primeira entrevista, mas passando na selecção inicial, os candidatos têm que desembolsar 500 euros, só para confirmar o interesse em frequentar o curso de formação. A empresa justifica que assim “assegura o compromisso do candidato para com a formação”.

Este dinheiro não é devolvido, mesmo que a pessoa não passe na formação, incluindo as despesas com exames médicos, documentos de identificação e materiais, comida não está incluída neste valor.

São necessários ainda 2.199 euros se a formação for paga a pronto ou 2.799 euros se optar por deduzir esta quantia no salário. A estes valores somam-se, ainda, 700 euros para pagamento da estadia no centro de formação.

Se o candidato for aceite, pode chegar a um total 4.000 euros a pagar à Ryanair.

Vão haver três acções de recrutamento em Portugal, no mês de Julho: Lisboa – dia 1; Porto – dia 12; Funchal – dia 29.

Bruno Fialho, dirigente do Sindicato da Aviação Civil diz que esta situação não está dentro da legalidade e que qualquer dia os trabalhadores pagam para trabalhar.

A Easyjet, hoje também está a recrutar pessoal, em Portugal, comunica que não é política da companhia exigir o pagamento de qualquer quantia na fase de recrutamento e que a empresa é que paga a formação aos trabalhadores.

Por sua vez, a Vueling, hoje, também está a recrutar 400 trabalhadores no Porto e também não há lugar a qualquer pagamento por parte dos candidatos.

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